O que fazer quando tudo é ilógico, quando o coração acelera e o peito aperta?
Como lidar com a mágoa, a angústia e ciúme?
Como pode algo funcionar tão bem separado e tão mal junto?
São estas as perguntas que me inundam o espírito, que me percorrem a alma. Devo acreditar no destino ou lutar contra ele?
Se ao menos a resposta viesse num livro, num manual, numa folha de papel dobrada em quatro.
Raios! Quero eu esquecer, mas não sou dono da memória, ela tem vontade própria, acorda-me de noite para me atormentar, rouba-me a calma de dia quando sonho acordado.
Quero gritar, quero esventrar o peito e tira-lo de lá para fora, esse ponto que me magoa, e aos poucos se vai instalando mais fundo.
Que faço? Ás armas e luto? Como? Porquê?
Algo assim não se força, acontece, é natural, aparece com pezinhos de lã e quando sai, sai de botas calçadas, pesadas, esmagando-nos debaixo da sola.
E o tempo? Não deveria ele prestar auxilio? Aumentar a distância?
Em vez disso, alimenta-o, torna-o mais forte. E eu cá ando, na minha ingénua caminhada para um rio de dor que me espera no final.
Ou não?
Deverei eu confiar na esperança? Ou, se é ela a ultima a morrer, vou eu antes dela?
Como pode algo funcionar tão bem separado e tão mal junto?
São estas as perguntas que me inundam o espírito, que me percorrem a alma. Devo acreditar no destino ou lutar contra ele?
Se ao menos a resposta viesse num livro, num manual, numa folha de papel dobrada em quatro.
Raios! Quero eu esquecer, mas não sou dono da memória, ela tem vontade própria, acorda-me de noite para me atormentar, rouba-me a calma de dia quando sonho acordado.
Quero gritar, quero esventrar o peito e tira-lo de lá para fora, esse ponto que me magoa, e aos poucos se vai instalando mais fundo.
Que faço? Ás armas e luto? Como? Porquê?
Algo assim não se força, acontece, é natural, aparece com pezinhos de lã e quando sai, sai de botas calçadas, pesadas, esmagando-nos debaixo da sola.
E o tempo? Não deveria ele prestar auxilio? Aumentar a distância?
Em vez disso, alimenta-o, torna-o mais forte. E eu cá ando, na minha ingénua caminhada para um rio de dor que me espera no final.
Ou não?
Deverei eu confiar na esperança? Ou, se é ela a ultima a morrer, vou eu antes dela?
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